O que acredita, pede de você o melhor que pode dar,
não confia em si, não se vê grandioso, então, sangra.
Corre por rosto, o rio de sua dor, que hora surge e morre,
que hora te derrota por todo, vira tudo lama.
Faça dessa grande mistura, não saborosa, sua base ainda não firme,
trabalhe nela, ressurja de seu fracasso, pobre fraco.